CRLV Digital: praticidade e segurança ao motorista

CRLV Digital: praticidade e segurança ao motorista

Posted on 14jan

Detrans têm até dia 30 de junho para adequar novo formato do documento

Após a deliberação 180/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), está valendo a partir de 2020 a substituição do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) físico pela CRLV eletrônica (CRLV-e).

O Contran determinou aos Departamentos de Trânsito dos Estados e Distrito Federal (Detrans) a adequação a este novo formato do documento até o dia 30 de junho de 2020. Essa substituição permitirá que o condutor dirija em todo o Brasil utilizando somente a versão eletrônica.

Mais praticidade

A CRLV Digital traz praticidade ao cidadão, pois não será necessário aguardar a chegada do documento em sua residência. E se o smartphone for furtado, é possível desconectar o dispositivo utilizando o portal de serviços do Denatran. Por meio da chave de acesso, os documentos digitais serão removidos do aparelho automaticamente.

Vale ressaltar que, da mesma forma do documento em papel, para a emissão da CRLV digital o condutor deve estar com todos os débitos quitados. Se o motorista preferir, pode utilizar uma via impressa, que tem a mesma validade do documento eletrônico.

Como obter a Carteira Digital de Trânsito

Para utilizar a versão eletrônica do documento, o motorista deve fazer o download da Carteira Digital de Trânsito (CDT) no celular e realizar o cadastro dos dados do veículo neste aplicativo. O procedimento é totalmente on-line, sem a necessidade da presença do proprietário do veículo no Detran de seu estado. O aplicativo se encontra disponível no Google Play e na App Store.

¬Embora não seja obrigatório para emitir a Carteira Digital de Trânsito, o certificado digital agiliza bastante o processo. Ainda não tem o seu certificado? Procure uma de nossas unidades e faça já o seu!


Nova CNH Digital passa a contar com aviso de vencimento e recall

Posted on 26nov

Nova versão do aplicativo já está à disposição dos motoristas

Já está disponível uma nova versão do aplicativo da Carteira Digital de Trânsito (CDT). No aplicativo, o motorista pode consultar as infrações cometidas, multas, o histórico de informações do condutor e, agora, se a carteira está prestes a vencer e se o veículo precisa passar por algum recall.

A nova CDT foi lançada neste mês pelo Ministério da Infraestrutura, por meio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). De acordo com o órgão, em 2020, as multas poderão ser pagas pelo celular com até 40% de desconto.

Conforme destaca o portal www.gov.br, o aviso sobre o recall, previsto na nova carteira digital, também vai auxiliar muitos motoristas uma vez que, segundo o Denatran, apenas 43% desses chamados são atendidos pelos proprietários.

Gratuita, a Carteira Digital Trânsito traz as versões digitais da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), o documento do carro.

Segundo o Governo Federal, o usuário poderá baixar a CNH digital, exportar e consultar o histórico de emissão de CNHs. Com relação ao veículo, poderá baixar o CRLV digital, compartilhar, receber compartilhamento e fazer consultas dos seus veículos com detalhes em relação a restrições e indicadores. O usuário poderá ainda consultar, de forma digital, a infração por condutor e por veículo.

A Carteira Digital de Trânsito

A carteira digital vale como documento oficial e dispensa a apresentação da versão em papel, conforme explica o Governo Federal. Para baixar, basta acessar a loja de aplicativos do celular e buscar por Carteira Digital de Trânsito. É preciso se cadastrar no sistema e fazer a verificação biométrica. Tudo pelo celular. Embora o certificado digital não seja obrigatório para emissão da CNH Digital, ele agiliza bastante o processo.

Somente documentos com QR Code podem ser digitalizados. Segundo o ministério da Infraestrutura, existem hoje três milhões de carteiras digitais de trânsito válidas em todo o Brasil e outras 40 milhões de CNHs com potencial para a versão eletrônica, ou seja, que já possuem o QR Code.

Para acessar o tutorial do Serpro sobre como obter a Carteira Digital de Trânsito (CDT), basta clicar aqui.


Black Friday se aproxima e requer atenção redobrada com segurança digital

Posted on 30out

Golpes pelo WhatsApp e envio de links maliciosos estão entre modalidades usadas por criminosos

Tentativas de golpes ou fraudes acontecem durante todo o ano. No entanto, em determinadas épocas, essas ocorrências aumentam. São períodos em que bandidos percebem um crescimento das oportunidades. Um exemplo é a Black Friday, que ocorre em novembro. A dica é redobrar os cuidados com a segurança digital.

Estima-se que 70% dos golpes estão vinculados à captura de dados pessoais, como senhas, por meio da chamada engenharia social. A preocupação com essa situação levou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e 20 bancos associados a promoverem, entre os dias 20 e 26 de outubro, a Semana da Segurança Digital. O objetivo foi contribuir para a conscientização do uso seguro da internet e dos canais digitais.

Conforme divulgado pela Febraban, pesquisa da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) revela que o e-commerce espera faturar R$ 3,45 bilhões na Black Friday deste ano, que ocorre no dia 29 de novembro.

Ainda de acordo com a federação, quadrilhas aproveitam o momento de euforia com o grande volume de ofertas para aplicar golpes. A principal tática usada é a da engenharia social, que consiste na manipulação do usuário para que ele forneça informações confidenciais.

Por meio dessa prática, o cliente é induzido a informar os seus códigos e senhas para os estelionatários, o que gera as fraudes e golpes. A Febraban informou que a intenção da ação de conscientização é ajudar a criar uma forte cultura de proteção de dados no Brasil.

Golpes pelo WhatsApp

Golpes usando engenharia social são aplicados via WhatsApp, Instagram e Facebook. No caso do WhatsApp, por exemplo, a Febraban explica que os criminosos clonam a conta e enviam mensagens para os contatos da pessoa, passando-se por ela e pedindo dinheiro emprestado.

Conforme orienta a federação, uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” (Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas). Assim, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app.

A Febraban destaca ainda outro esquema muito usado pelas quadrilhas, envolvendo aplicativos e links maliciosos. “O golpe começa com o envio de um e-mail suspeito com um link. Ao clicar, é instalado um vírus e os bandidos ganham acesso ao dispositivo do usuário. Com essa técnica, comumente chamada de phishing, eles conseguem solicitar dados, como nomes de usuário e números de cartão, para realizar transações”, salienta.

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Saiba como conseguir a sua CNH digital

Posted on 22out

Documento em formato eletrônico armazena todas as informações do impresso, o que garante sua autenticidade

Retirar a CNH em formato digital é fácil e gratuito. A versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH-e) armazena todas as informações da CNH impressa. Dessa forma, fica garantida a autenticidade do documento.

Um ponto importante é que, para gerar a CNH-e, o condutor precisa ter a última versão da CNH impressa. Emitido a partir de maio de 2017, esse modelo conta com um QR Code.

O condutor que possuir uma CNH sem QR Code pode solicitar a segunda via de sua CNH física ou a renovação da CNH, se o documento estiver próximo ao vencimento. No caso de solicitação de alteração de dados no documento de habilitação, a CNH alterada também será emitida com QR Code.

Como funciona a CNH digital

A CNH-e funciona por meio de um aplicativo de celular gratuito. O documento é acessível off-line. Ou seja, não é necessária conexão wi-fi ou dados móveis habilitados para acessar a carteira.

Conforme explica o Denatran, a versão impressa continua sendo emitida normalmente, mas o condutor poderá dirigir apenas com a CNH-e, que é válida em todo território nacional.

No entanto, o condutor deve ficar atento ao funcionamento do smartphone. Em caso de fiscalização, se o aparelho estiver descarregado, será considerado que a CNH não está sendo portada.

Nessa situação, o condutor será autuado com base no artigo 232 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB): “Conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório”. Trata-se de infração leve (3 pontos), com multa de R$ 88,38 e retenção do veículo até a apresentação do documento.

E se o celular for roubado?

A CNH Digital fica vinculada a somente um dispositivo. Não é possível o acesso por meio de um celular que não esteja vinculado ao cadastro do condutor no Denatran.

Em caso de perda ou furto/roubo do celular, a recomendação é que o condutor bloqueie a CNH-e no Portal de Serviços do Denatran.

Depois, é possível habilitar o novo celular para o qual a CNH Digital será transferida.

A CNH Digital é segura?

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) destaca que, além dos mecanismos de segurança visíveis da versão impressa, como o QR Code e o código de segurança, a CNH Digital emprega:

– Assinatura digital com certificado do Detran emissor no padrão ICP Brasil. Por seguir o padrão brasileiro, esta assinatura possui validade legal.

– Utilização de senha forte para atualização de alguns dados cadastrais no Portal de Serviços do Denatran.

– Utilização de senha simples para a visualização e exportação das informações.

Confira a seguir o passo a passo de como obter a CNH digital:

Passo 1: faça o cadastro no site do Denatran

O condutor deverá primeiramente se cadastrar no site do Denatran. Para realizar o cadastro, clique aqui.

Passo 2: baixe o aplicativo “Carteira Digital de Trânsito” no celular

O interessado deverá baixar o aplicativo pela Google Play Store ou pela App Store.

Passo 3: Acessar a CNH-e

No primeiro acesso, após o condutor digitar o CPF e a senha cadastrada no site do Denatran, será necessário cadastrar o código PIN (quatro números escolhidos pelo condutor). Depois desse registro, a CNH-e poderá ser visualizada no aplicativo. Para garantir a segurança das informações, o código PIN será exigido todas as vezes em que o acesso ao documento for requisitado.

Lembrando que o certificado digital, embora não seja obrigatório para retirar a CNH digital, agiliza bastante o processo explicado anteriormente. Ainda tem dúvidas sobre a CNH-e? O Denatran preparou uma série de perguntas e respostas sobre o tema. Basta clicar aqui!


Carteira de Trabalho Digital entra em vigor

Posted on 02out

Na hora da contratação, novo empregado precisará informar somente CPF ao empregador

A digitalização segue avançando no Brasil. Uma das novidades mais recentes é a Carteira de Trabalho Digital. O documento é totalmente em meio eletrônico e equivalente à antiga Carteira de Trabalho e Previdência Social física. As informações são da Agência Brasil.

A carteira digital está em vigor desde o dia 24 de setembro. O Ministério da Economia ressalta que a mudança vai assegurar facilidades para trabalhadores e empregados, com redução da burocracia e custos.

Um exemplo de praticidade é na hora da contratação. O novo empregado não precisará mais apresentar a carteira em papel. Será necessário só informar o número do CPF ao empregador e o registro será realizado diretamente de forma digital.

Liberdade econômica

A carteira digital está prevista na Lei da Liberdade Econômica, sancionada no 20 de setembro. É disciplinada pela Portaria nº 1.065, da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Mais facilidade no eSocial

Com a carteira digital, as empresas que já usam o eSocial poderão contratar funcionários sem a necessidade de exigir o documento físico. As antigas anotações que ficavam na CTPS de “caderninho azul” passarão a ser realizadas eletronicamente.

“Para acompanhar essas anotações, o trabalhador poderá utilizar um aplicativo especialmente desenvolvido para celulares (com versões IOS e Android) ou acessar o ambiente. A Carteira Digital tem como identificação única o número do CPF do trabalhador, que passa a ser o número válido para fins de registro trabalhista”, informa a Agência Brasil.

Como obter a carteira digital

O aplicativo para a carteira digital estava disponível desde 2017. No entanto, não tinha as mesmas funções da versão física. Agora, já é válido como documento para registros novos e já existentes, para acompanhar os contratos de trabalho.

Previamente emitida para todos os trabalhadores, a Carteira de Trabalho Digital pode ser instalada em smartphones com sistema operacional Android e iOS e funciona como uma extensão do documento físico.

Para acessá-la, é necessário obter a senha de acesso neste link. No ambiente do Acesso.gov.br, deverão ser informados os dados pessoais: CPF; nome completo; telefone celular para receber SMS; e e-mail. As informações serão validadas nas bases de dados do governo.

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Como a Internet das Coisas irá mudar sua vida

Posted on 11set

Conexão entre diferentes equipamentos irá afetar cotidiano das pessoas e das empresas

A Internet das Coisas (IdC) ganha cada vez mais espaço. Tanto que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu abrir consulta pública para reavaliar a regulamentação e diminuir barreiras à expansão desse tipo de aplicação e daquelas baseadas em comunicação máquina-a-máquina. Mas qual impacto essas soluções podem ter na vida das pessoas e na rotina das empresas?

Primeiro, é importante saber o que é Internet das Coisas. A expressão vem do termo Internet of Things (IoT). Em português, costuma ser usada a sigla IdC.

Mas o que são as coisas a que se refere essa sigla? Segundo a Agência Brasil, são todo tipo de equipamento que pode ser conectado de distintas formas. Inclui de um caminhão para acompanhamento do deslocamento de frotas de transporte de produtos a microssensores que podem monitorar o estado de pacientes a distância em hospitais ou fora deles.

A IdC também pode ser usada do monitoramento com câmeras e sensores até a gestão de espaços e de processos produtivos, incluindo tanto a conexão como a coleta e o processamento inteligente de dados. Essa evolução é cada vez mais possível graças ao desenvolvimento redes de internet móvel de alta velocidade, como o 5G.

Conforme levantamento da Agência Brasil, o ecossistema da IdC envolve diferentes agentes e processos:

– módulos inteligentes (processadores, memórias);

– objetos inteligentes (eletrodomésticos, carros, equipamentos de automação em fábricas);

– serviços de conectividade (prestação do acesso à internet ou redes privadas que conectam esses dispositivos);

– habilitadores (sistemas de controle, coleta e processamento dos dados e comandos envolvendo os objetos);

– integradores (sistemas que combinam aplicações, processos e dispositivos) e provedores dos serviços de IdC.

Convergência de tecnologias

A Internet das Coisas é tratada, na verdade, como uma convergência de tecnologias já existentes. Porém, com possibilidade de aumento de eficiência, redução de intervenção humana, novos produtos e novos modelos de negócios.

À Agência Brasil, o presidente da Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc), Flávio Maeda, observa que a IdC não é uma tecnologia nova, mas um novo sistema de soluções técnicas. “A gente está tratando o tema em geral como se fosse uma continuação da revolução da internet, a Internet 4.0. As coisas vão ficar conectadas e isso tem grandes implicações.”

A tendência é que processos de automação, como os das fábricas de automóveis, tornem-se cada vez mais comuns. Além disso, até eletrodomésticos poderão ser conectados à internet e, com a aproximação do carro do dono da casa, por exemplo, poderão ser acionados automaticamente.

Outro exemplo apontado pela Agência Brasil é o uso de sensores em tratores que medem a situação do solo e enviam dados para sistemas responsáveis por processar essas informações e fazer sugestões das melhores áreas ou momentos para o plantio.

Privacidade ameaçada?

A ressalva de tudo isso fica para uma possibilidade de coleta de dados do cotidiano das pessoas jamais vista na história da humanidade, o que irá ampliar a vigilância sobre o cidadão. Mas isso é tema para outro post…

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Operações com criptomoedas já devem ser informadas à Receita

Posted on 05set

Entrega de informações deve ser feita pelo e-CAC; acesso pode ser feito por meio de certificado digital

A obrigatoriedade de declarar operações realizadas com criptomoedas já está em vigor. A primeira entrega à Receita Federal é de informações relativas às operações realizadas em agosto e deve ser feita até 30 de setembro.

Conforme divulgado pelo órgão, as informações são prestadas por meio do preenchimento de formulário on-line, ou por intermédio da entrega de arquivo de dados, de acordo com leiaute especificado no Ato Declaratório Copes nº 5, de 30 de agosto de 2019.

“Foram disponibilizadas, no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), funcionalidades que permitem às pessoas físicas, às pessoas jurídicas e às exchanges o cumprimento da obrigação”, informa a Receita. O acesso ao e-CAC pode ser feito por meio de certificado digital.

A periodicidade de entrega é mensal. As informações serão sempre relativas às operações realizadas no mês anterior.

Quem devem entregar as informações

A Receita Federal listou quem precisa declarar as operações com criptomoedas:

  1. a) Exchanges nacionais: Exchanges são pessoas jurídicas que oferecem serviços referentes a operações realizadas com criptoativos, inclusive intermediação, negociação ou custódia.
  1. b) Pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no Brasil que não utilizaram exchanges ou que utilizaram exchanges sediadas no exterior, desde que o valor mensal das operações tenha ultrapassado R$ 30 mil.

Informações e funcionalidades do e-CAC

Entre as informações a serem enviadas, a Receita destaca a identificação dos titulares da operação, o valor da transação em reais, a quantidade de criptoativos comercializada e a data da operação.

De acordo com a Receita, as funcionalidades recém-disponibilizadas no e-CAC podem ser acessadas seguindo os seguintes passos:

1 – Acessar o e-CAC;

2 – Escolher “Cobrança e Fiscalização”;

3 – Escolher “Obrigação Acessória – Formulários online e Arquivo de Dados”.

A Instrução Normativa, os leiautes e o manual de preenchimento podem ser acessados por meio deste link.

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Falha de segurança: Microsoft recomenda atualizar Windows com urgência

Posted on 16ago

Empresa aponta vulnerabilidades no Windows 7, 8 e 10 que abre brecha para ataques por malware

Você usa o Windows 7 SP1, Windows 8.1 ou qualquer versão do Windows 10? Então, atualize com urgência o sistema. O alerta é da própria Microsoft e as informações são do Portal TechTudo, especializado em tecnologia.

Nesta semana, a empresa liberou pacotes de segurança para corrigir duas falhas críticas. O problema atinge as últimas versões do Windows. Presentes no Windows 7 SP1, Windows 8.1 e em todas as versões do Windows 10, as vulnerabilidades permitem a invasão por malwares do tipo worm, capazes de se autorreplicar e infectar outros computadores remotamente.

As versões Windows Server 2008 R2 SP1, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 também estão entre as atingidas pelas falhas.

Ataque remoto

As falhas de segurança foram identificadas como CVE-2019-1181 e CVE-2019-1182. Estão presentes nos serviços de desktop remoto, que permitem a execução de códigos a distância. Dessa forma, invasores podem executar várias ações sem o conhecimento do usuário, como instalar malwares ou roubar dados. Tudo isso sem a necessidade de acesso físico ao computador.

De acordo com a Microsoft, worms criados para explorar essas vulnerabilidades podem se espalhar de um computador infectado para outro, sem necessidade de qualquer tipo de interação por parte do usuário.

“A propagação pode ocorrer por meio de internet, mensagens, conexões locais, dispositivos USB ou arquivos, e ela não depende de clicar em links ou baixar arquivos maliciosos para invadir PCs”, informa o TechTudo.

Como atualizar o sistema

A forma mais simples de corrigir esse problema é instalar as correções diretamente por meio do sistema, no Windows Update. Basta procurar por “Windows Update” na caixa de buscas da barra de tarefas e selecionar “Verificar se há atualizações”. Se o update de segurança estiver disponível, a máquina será atualizada em seguida.

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Transações com criptomoedas agora devem ser declaradas ao Fisco

Posted on 01ago

Informações deverão ser prestadas com a utilização do sistema Coleta Nacional, disponibilizado por meio do e-CAC

Começa a valer a partir de hoje (1º) a obrigatoriedade de prestação de informações à Receita Federal sobre operações de compra e venda envolvendo moedas virtuais (criptomoedas ou criptoativos). A mais famosa delas é o Bitcoin. A medida vale para empresas, pessoas físicas e corretoras que usam esse sistema de transações financeiras.

As regras para essa prestação de contas estão definidas na Instrução Normativa RFB 1.888/2019. As informações sobre cada transação deverão ser registradas mensalmente. Por isso, o primeiro registro será realizado em setembro, com base nos dados de agosto.

A norma estabelece que as informações sobre as transações deverão ser prestadas com a utilização do sistema Coleta Nacional, disponibilizado por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC).

Dois atos declaratórios executivos (ADEs) da Coordenação-Geral de Programação e Estudos (Copes) foram publicados em junho. Eles trazem os manuais de orientação do layout e de preenchimento do sistema relativas às operações realizadas com criptoativos.

Segundo a norma, as informações deverão ser prestadas sempre que o valor mensal das transações, isolado ou conjuntamente, ultrapassar R$ 30 mil, e inclui todo tipo de operação, como compra e venda, permuta, doação, transferência de criptoativo, entre outras.

Moedas digitais

Segundo a Receita Federal, o mercado de moedas digitais no Brasil possui mais investidores que a Bolsa de Valores de São Paulo (B3), que têm cerca de 800 mil pessoas cadastradas. Além disso, esse mercado movimentou, apenas em 2018, mais de R$ 8 bilhões no país.

A coleta de informações sobre esse tipo de operação é uma tendência mundial e, segundo a Receita Federal, se intensificou em vários países após ação de grupos que estariam se utilizando do sistema para a prática de crimes como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e financiamento do tráfico de drogas e armas.

Pelas regras, as informações deverão ser transmitidas à Receita Federal até as 23h59min59s, horário de Brasília, do último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorreu o conjunto de operações realizadas com criptoativos. Ou seja, as informações do mês de agosto serão prestadas até o último dia útil de setembro e assim sucessivamente.

As penalidades pela não prestação das informações são multas que variam de R$ 100 a R$ 500 ou de 1,5% até 3% do valor da operação não-informada.

Fonte: Agência Brasil.


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