Cinco dicas para o pequeno negócio não quebrar

Cinco dicas para o pequeno negócio não quebrar

Posted on 16jan

Especialista em vendas aponta erros mais comuns cometidos pelos empreendedores

Uma a cada quatro empresas no Brasil fecha as portas antes de completar dois anos. Mas como se precaver para não quebrar?

“Nem sempre é bom ter que viver experiências negativas para aprender. Decretar falência de uma empresa é uma delas”, explica o Sebrae.

Para compartilhar dicas que podem evitar o fechamento do pequeno negócio, o especialista em vendas Ricardo Magalhães falou sobre ao Sebrae. Ele separou exemplos de erros mais comuns cometidos pelos empreendedores.

Confira as dicas:

Seja diferente

Quando somos iguais aos outros, a única maneira de se diferenciar é baixar o preço. Se baixar o preço, acaba a margem. Se acabar a margem, acaba os funcionários. Se acabar os funcionários, acaba os investimentos e a empresa quebra. 

Ouça as pessoas

Quando não ouvimos os outros, ficamos suscetíveis a uma série de erros e não vemos que estamos repetindo os mesmos erros que já foram cometidos.

Comece pequeno

Um dos grandes erros de quem está iniciando, é querer parecer grande. Para não perder dinheiro, é melhor começar pequeno.

Seja vendedor

Não importa a área de formação, todo empreendedor precisa saber vender. De uma jornada de trabalho de 8h, dedique duas à venda.

Seja generoso

O que seria um diferencial hoje em dia? Introduza na missão, visão e valores da empresa a Generosidade. Adote essa filosofia para tudo que fizer.

Assista ao vídeo completo aqui.

Fonte: Sebrae.


Simplificação avança: eSocial substitui informações para Rais e Caged

Posted on 18out

Empresário e contador devem ficar atentos às empresas sujeitas às novas regras

Uma portaria da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho tratou da substituição das obrigações relativas ao envio de informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) pelas empresas já obrigadas ao eSocial.

Segundo o Governo Federal, a substituição significa uma redução expressiva nas obrigações das empresas. Além disso, evita erros ou inconsistências nas bases de dados governamentais, uma vez que a prestação da informação passa a ser feita por uma única via.

Vale a partir de quando?

Conforme divulgado pelo governo, a substituição do Caged ocorrerá para as admissões e para os desligamentos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2020. Já a substituição da Rais será a partir do ano-base 2019 (declaração feita em 2020).

Empresas enquadradas

Uma ressalva importante é que a substituição ainda não vale para todas as empresas. Em relação ao Caged, a substituição ocorre para a grande maioria dos empregadores (grupos 1, 2 e 3 de obrigados). A exceção fica para órgãos públicos e entidades internacionais (grupo 4 de obrigados), já que ainda não estão enquadrados no eSocial, de acordo com o calendário oficial.

Por sua vez, a Rais será substituída para as empresas que já tenham a obrigação de enviar os dados de remuneração dos seus trabalhadores relativos ao ano base completo de 2019 (grupos 1 e 2 de obrigados).

“Vale lembrar que os empregadores obrigados ao eSocial que não prestaram as informações referentes às admissões e cadastramentos dos empregados, bem como aos eventos periódicos (de acordo com o calendário de obrigatoriedade), devem fazê-lo para todos os seus trabalhadores, uma vez que o cumprimento das obrigações substituídas se dará apenas por meio do envio das informações ao eSocial. A utilização dos sistemas do Caged e da Rais ficará restrita à prestação de informações cuja obrigação ainda não tenha de ser cumprida por meio do eSocial”, explica nota do Governo Federal.

Além do Caged e da Rais, as anotações na Carteira de Trabalho já haviam sido substituídas pelo eSocial. Em breve, segundo o governo, será a vez do Livro de Registro de Empregados (LRE).

Certificado digital é necessário

Para acessar o sistema de transmissão eletrônica do eSocial, é necessário possuir um certificado digital A1 ou A3 emitido por uma autoridade certificadora credenciada pela ICP-Brasil. O certificado digital é exigido para garantir segurança na transmissão das informações, assim como assegurar a garantia de autoria, a autenticidade, a integridade e a validade jurídica dos documentos eletrônicos transmitidos.

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Carteira de Trabalho Digital entra em vigor

Posted on 02out

Na hora da contratação, novo empregado precisará informar somente CPF ao empregador

A digitalização segue avançando no Brasil. Uma das novidades mais recentes é a Carteira de Trabalho Digital. O documento é totalmente em meio eletrônico e equivalente à antiga Carteira de Trabalho e Previdência Social física. As informações são da Agência Brasil.

A carteira digital está em vigor desde o dia 24 de setembro. O Ministério da Economia ressalta que a mudança vai assegurar facilidades para trabalhadores e empregados, com redução da burocracia e custos.

Um exemplo de praticidade é na hora da contratação. O novo empregado não precisará mais apresentar a carteira em papel. Será necessário só informar o número do CPF ao empregador e o registro será realizado diretamente de forma digital.

Liberdade econômica

A carteira digital está prevista na Lei da Liberdade Econômica, sancionada no 20 de setembro. É disciplinada pela Portaria nº 1.065, da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Mais facilidade no eSocial

Com a carteira digital, as empresas que já usam o eSocial poderão contratar funcionários sem a necessidade de exigir o documento físico. As antigas anotações que ficavam na CTPS de “caderninho azul” passarão a ser realizadas eletronicamente.

“Para acompanhar essas anotações, o trabalhador poderá utilizar um aplicativo especialmente desenvolvido para celulares (com versões IOS e Android) ou acessar o ambiente. A Carteira Digital tem como identificação única o número do CPF do trabalhador, que passa a ser o número válido para fins de registro trabalhista”, informa a Agência Brasil.

Como obter a carteira digital

O aplicativo para a carteira digital estava disponível desde 2017. No entanto, não tinha as mesmas funções da versão física. Agora, já é válido como documento para registros novos e já existentes, para acompanhar os contratos de trabalho.

Previamente emitida para todos os trabalhadores, a Carteira de Trabalho Digital pode ser instalada em smartphones com sistema operacional Android e iOS e funciona como uma extensão do documento físico.

Para acessá-la, é necessário obter a senha de acesso neste link. No ambiente do Acesso.gov.br, deverão ser informados os dados pessoais: CPF; nome completo; telefone celular para receber SMS; e e-mail. As informações serão validadas nas bases de dados do governo.

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e-CAC: disponibilizada abertura de dossiê digital para inscrição, alteração e baixa de CNPJ

Posted on 26set

Serviço é válido para contribuintes que possuem certificado digital

A Receita Federal disponibilizou neste mês, no Portal e-CAC (https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login/index), o serviço de abertura de Dossiê Digital de Atendimento (DDA) para pedidos de inscrição, alteração e baixa de CNPJ. A medida é válida para os contribuintes que possuem certificado digital.

Conforme orienta a Receita, para solicitar o serviço, as orientações são as seguintes:

– Devem ser juntados ao dossiê o Documento Básico de Entrada (DBE) ou Protocolo de Transmissão, juntamente com a documentação comprobatória do ato cadastral.

– Deve ser formalizado um dossiê para cada CNPJ.

– Para os casos de inscrição da matriz, o dossiê deverá ser aberto em nome do responsável legal indicado no ato constitutivo.

– Não é preciso reconhecimento de firma no DBE, pois a transmissão é com certificado digital.

– Na juntada de documentos ao DDA, ao preencher o “Tipo de Documento”, o solicitante deverá classificar o documento como “pedidos/requerimentos > requerimento > documento básico de entrada – DBE” e, no campo “título” informar o número do Recibo/Identificação do DBE, sem traços ou pontos. (Exemplo: MGxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx).

Ainda não possui um certificado digital? Procure uma de nossas unidades e garanta já o seu!


5 dicas sobre buscar crédito para a empresa

Posted on 22ago

A primeira questão é: seu negócio realmente precisa buscar recursos?

Em algum momento, empresas de pequeno e médio porte podem precisar de crédito. Quem entende do assunto salienta que, embora o ideal seja não precisar dele, a necessidade pode aparecer. Nessa hora, o jeito é sair à luta. Mas como saber se esse momento realmente chegou?

Especialistas do Sebrae destacam que a primeira pergunta que o dono de um pequeno negócio se fazer é se realmente é necessário procurar novos recursos para o empreendimento. “O crédito viabiliza oportunidades, mas não as cria”, destaca o órgão.

O analista de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, Alexandre Guerra, ressalta a importância de ter um plano de negócios. Segundo ele, essa ferramenta é fundamental e deve ser respaldada por oportunidades mercadológicas.

“Financiamento é igual remédio, se não for bem dimensionado pode matar ou não funcionar. Ele deve ser utilizado exatamente para aquilo que foi previsto”, complementa Guerra.

O Sebrae listou cinco dicas para ajudar os empreendedores a refletir sobre o crédito. Confira a seguir:

“1. Cuide primeiro do planejamento

A construção de um bom plano de negócios é fundamental para ajudar o empreendedor a avaliar sobre o momento correto para buscar o crédito e quais as modalidades mais adequadas ao perfil do negócio. Também é importante certificar-se de todos os pré-requisitos necessários como: garantias, contrapartidas, cadastros, documentos, fichas cadastrais, documentações específicas entre outros.

 2. Saiba antever as dificuldades

Fique atento, pois alguns cenários podem dificultar o acesso ao crédito, como a situação legal, contábil e cadastral da empresa; falta ou desatualização do orçamento relacionado aos investimentos; parcela de recursos próprios insuficiente ou inexistente; garantias insatisfatórias; falta de documentação legal e conflito de informações na elaboração do plano de negócios.

3. Busque outras opções, como o capital empreendedor

Capital empreendedor ou capital de investimento é uma alternativa utilizada para apoiar negócios por meio da compra de participação no capital de uma empresa, geralmente minoritária. O Sebrae conta com algumas iniciativas que ajudam a preparar os donos de pequenos negócios inovadores para o processo de negociação com investidores por meio de workshops e mentorias que os habilitarão a entender a lógica e os processos do mercado de investimentos de risco.

4. ESC

A Empresa Simples de Crédito também funciona como uma alternativa de crédito para os pequenos negócios. A ESC realiza operações de empréstimos, financiamentos e desconto de títulos de crédito, exclusivamente para Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, utilizando-se exclusivamente de capital próprio. É uma das poucas formas de empresa que concede crédito e que não necessita da autorização do Banco Central para funcionar, o que a torna o processo mais simples e menos burocrático.

5. Perguntas que o dono do pequeno negócio precisa responder antes de buscar o crédito

Para que preciso do empréstimo?

Quanto preciso de empréstimo?

Como irei pagar o empréstimo?

Quando precisarei do empréstimo?”

Enfim, boa sorte nos negócios! E continue acompanhando em nosso site novidades sobre empreendedorismo, tecnologia, certificação digital e muito mais!


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